Por que a Categoria 3.7 trava tanta empresa
A Categoria 3.7 (deslocamento de colaboradores) costuma travar por três motivos:
- depende de comportamento (não só de compra/contrato)
- tem recortes diferentes possíveis (quem entra? quais dias? quais unidades?)
- vira discussão de método antes de virar execução
A estratégia que funciona é simples: começar com consistência e comparabilidade, e sofisticar depois.
Se sua prioridade é defender investimento, comece pelo artigo pilar: ROI em Escopo 3.7 (commuting): como estruturar um caso defensável.
O que medir primeiro (prioridade prática)
Pense em camadas. Primeiro garanta recorte e adoção. Depois refine impacto.
Camada 1) Recorte (o que entra no seu número)
Defina e registre:
- população (quais colaboradores)
- unidades e países (se aplicável)
- janela (quais dias / qual período)
- elegibilidade (quem fica fora)
Sem isso, você perde comparabilidade e o número vira impossível de defender.
Camada 2) Adoção (o programa existe na prática?)
Antes de “reduzir emissões”, prove execução:
- participação por unidade
- recorrência (quantas semanas/meses a pessoa participa)